Não importa
Com mundo em mãos
Falta uma estrela em meu coração
Guardo
Ah, guardo!
Um rio
Nado entre milhares de peixes miçangosos
Vulto: esqueço
amigo, guardo na sétima camada
sonhos
Fronteira não existe, saudade sim
volta eme-tê
vem abrás-cá
Sem você:
existo
-Muito bem, obrigado
mas não faço sentido
Aceite esse poema bobo
Ai! me leva dési-pê!
(Ah, pelo menos…)