O amor, ah amor, é coisa nossa
Ah amor, o amor é coisa rosa
Amor, o amor é coisa de gente curiosa
Ah, amor é coisa gostosa
Ah, amor! Amor! O amor…

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Meu ventre se parte em dois, assassinado pela Agonia. Pra ser sincera estou um pouco cansada desse enfadonho fingimento com as palavras que mascaram o que realmente sinto, mas deve ser sempre assim até conquistar a liberdade integral de expressão pois do contrário meu corpo cederá mais rapidamente e preciso dele, afinal, para continuar tudo que pretendo fazer.

É difícil demais ver a cada dia crescerem as asas que noite passada fora cortada. Quando o dia amanhece me sinto cansada demais para batê-las e simplesmente voltar para junto de onde pertenço: Tudo. Olho para o céu e me desespero ao perceber que até mesmo uma grosseria de metal pode voar e eu não! Então encontro conforto na árvore, na grande e quieta árvore… Vejo meu corpo minúsculo a encarando, escalando-a até chegar ao topo e então suicido-me. Morte poética, claramente. Cair como semente, germinar e crescer como uma delas. Grande e quieta e invisível. Mas sou só uma orquídea doente que precisa de um apoio para crescer da forma correta.

Que se dane! Meu norte é o quando.

#1

Seus olhos antes Sol agora se firmavam num incrível Apocalipse ante minha face, quanto mais fitava hipnotizada mais penetravam em mim; podia sentí-los cravejar cada mistério em minha carne e ofegava surpresa por constatar o calor que emanava de meu corpo, era como se o Sol estivesse criando uma réplica de si e a chama na terra cintilava e cripitava o mais alto que podia para encantar seu objeto de admiração. 

O alcancei e estendi meus braços o apertando de tal forma que nossas chamas se uniram e naquela manhã todos na Terra fitaram o céu estupefatos com o brilho que explodia do Sol e sua Chama e cegos todos ficaram pelo amor destes.

Um eterno rumor ronda o planeta azul, como um sussurro que ecoa dos mares que beijam as praias e atraem para estas cada pessoa em busca da única salvação da alma humana: Eu te amo!

Às vezes a vida tem um não sei quê

De vir lá de onde

Pra te deixar meio bambo

E bamboleio, bamboleio na sua cabeça

Mas se o leio

Ah, que devaneio… Sobra somente uma agitação puramente ingênua

Dessa coisa de não sei quê

Que vem e me deixa meio triste

1 nota

Lá fora enquanto as densas nuvens derretem cinzas

ouço um cachorro que lamenta a cada rugido vindo do céu

Aqui dentro enquanto as finas gotas brotam do teto

ouço rugidos que lamentam a partida 

Mas há um profundo suspiro pesado que ecoa no mundo

que invade por sob as portas, pelas frestas das janelas, por seus cabelos e perfuram seus tímpanos… O fazendo gritar a cada maldição

E as águas escorrem pelo meio-frio rosto…

1 nota

Te quero bem, moreno

Bem fundo na minha emoção

É só piscar e já lhe tenho segurando minha mão

Estou sempre sorrindo para o céu procurando seu rosto nas nuvens

que passam como o ônibus que te leva

Ah, doce calmaria esta de estar nos teus braços

Águas quentes do Mar calmo que eleva meu corpo aos céus

Ria para mim, sorria ao menos uma vez… Calmamente

acalma a mente e deixa o vento fazer-lhe o destino, folha seca

Só é preciso que o Sol brilhe para que as flores floresçam

Floresça-me.

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Sobre o Mar…

Sinceramente

é como gostaria de poder descrever-te. Dizem que a felicidade em demasia deturpa a visão sobre os acontecimentos assim como a tristeza exacerbada, mas, por quanto tempo nossos corações estiveram cegos por este véu negro? É possível aprender com esse tipo de experiência também, não é mesmo?

Há dois dias o olhei claramente nos olhos, sentia seu cheiro, seu corpo tão próximo ao meu, tinha ciencia das vozes que nos cercavam e, no entanto, meu coração pulsava sem titubear quase fazendo um carnaval junto do seu. Pra mim está tudo claro agora, como nunca esteve. viver sozinha é fácil demais, então se eu disser que quero ficar do seu lado sempre seria prematuro demais? de qualquer forma, não sinto que deva me preocupar com uma chama que se consuma rápido demais pois a alimentos todos os dias mesmo longe pois sempre sinto seus pensamentos por perto.

então talvez não possa lhe descrever claramente por estar apaixonada e feliz demais, me desculpe, esse é um poema incompleto por não lhe dizer sobre o Sol que se apaixonou pela solitária Lua? talvez seja… mas talvez seja uma porção de palavras que juntas possam tocar seu coração uma vez mais. E é isso, um simples obrigada por me escutar com atenção mesmo quando está longe. quero segurar bem forte em suas mãos para que um dia possamos entender que não é preciso estar sempre sozinho.

Hoje, hoje é o que nos interessa… e hoje digo que o tempo não importa o tempo todo. 

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theworldisnotenought perguntou: Fizeste uma Ask Box, minha poetisa. Hei de encher-lhe a paciencia agora!

Será um prazer!

tumblrbot perguntou: WHAT IS YOUR FAVORITE INANIMATE OBJECT?

Rock.

Sobre viver…

Ela olhou para o campo e quis fazer daquilo recanto
para todo o amor do mundo
Eram meninices que oculpavam as prateleiras da casa
Mas fora de cada uma dessas ao redor da sua, plantou uma florescência
e a noite sentia todos aromas de sua adolescência
Amanhecendo o dia era bom dia até o meio dia
com a graça de seus vizinhos
Ao entardecer macacava para as àrvores ver o Sol morrer
pois sabia que assim iria em paz
Quando a noite lhe envolveu o corpo cantou todos os cânticos
beijou o solo Mãe e deixou o branco apagar sua memória
Uniu-se, uniu-se novamente ao ventre do universo
dizendo amem suas gentes

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